Queres um conselho? Não te iludas comigo!
Magoei-te? Desculpa!
Tratei-te mal? Mereceste!
Estou nervosa? Nem chegues perto!
O que eu fiz? Não te interessa!
Disseste o que quiseste? Ouviste o que mereceste!
Inveja?
Ninguém merece!
Criança ou mulher? Depende da vontade!
Feliz ou triste? Sou de Luas!
Beijei-te? Fui sincera!
Abracei-te? Não quero de novo!
Sinto Saudades tuas? Foste Especial...
Amores? Um, o AMOR-PRÓPRIO...
Para te agradar? Nunca quis mudar!
A minha educação? Depende da tua!
Gostaste? Que bom para ti!
Eu gosto? Não. Temos pena!
Sobre mim?
PENSA O QUE QUIZERES...
Liliana Ferreira
terça-feira, 12 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Revolta
Estou a calibrar a balança de mim.
Está descompensada.
De um lado a força e esperança, do outro a fraqueza e o desânimo.
Como me sinto fraca, hoje!
Eu sei…procuro a origem, a causa e logo obtenho a solução.
Mas, a origem do meu desânimo mora em mim todos os dias, por mais que tente camuflar. Não consigo arrancar de mim este desconforto, a frustração, a inquietude.
Quando penso em renovar, encontrar um novo caminho, é certo e sabido que te arrasto comigo, inconscientemente, bela revolta.
O passado ensinou-me a não trazer comigo, durante a caminhada, objectos que pesem na minha mochila, mas insisto e não desisto. Bem sei que, mesmo dizendo a mim mesma que não, esta revolta condiciona as minhas escolhas, o percurso a ser traçado.
A sensação de perda sempre foi e será, a maior e mais pesada pedra no meu sapato.
Perder isto, pode ser, por outro lado, ganhar aquilo, mas o que mais me revolta e jamais volta é a oportunidade perdida, que me escapou entre os dedos sem puder fazer nada, sem puder voltar atrás.
As oportunidades surgem na minha vida como relâmpagos, incisivos, intensos mas rápidos.
Vou compensar a balança, acrescentar esperança. A força, logo virá, porque está aqui e daqui eu não permito que saia ou se esgote. Posso vergar mas não parto, posso curvar mas não subjugo, posso tropeçar mas não caiu, até posso enfraquecer, hoje, mas amanhã o sol virá e encarregar-se-á de me dar a força que precisar e enquanto o sol nascer e eu viver, a minha esperança irá renascer.
Liliana Ferreira
Está descompensada.
De um lado a força e esperança, do outro a fraqueza e o desânimo.
Como me sinto fraca, hoje!
Eu sei…procuro a origem, a causa e logo obtenho a solução.
Mas, a origem do meu desânimo mora em mim todos os dias, por mais que tente camuflar. Não consigo arrancar de mim este desconforto, a frustração, a inquietude.
Quando penso em renovar, encontrar um novo caminho, é certo e sabido que te arrasto comigo, inconscientemente, bela revolta.
O passado ensinou-me a não trazer comigo, durante a caminhada, objectos que pesem na minha mochila, mas insisto e não desisto. Bem sei que, mesmo dizendo a mim mesma que não, esta revolta condiciona as minhas escolhas, o percurso a ser traçado.
A sensação de perda sempre foi e será, a maior e mais pesada pedra no meu sapato.
Perder isto, pode ser, por outro lado, ganhar aquilo, mas o que mais me revolta e jamais volta é a oportunidade perdida, que me escapou entre os dedos sem puder fazer nada, sem puder voltar atrás.
As oportunidades surgem na minha vida como relâmpagos, incisivos, intensos mas rápidos.
Vou compensar a balança, acrescentar esperança. A força, logo virá, porque está aqui e daqui eu não permito que saia ou se esgote. Posso vergar mas não parto, posso curvar mas não subjugo, posso tropeçar mas não caiu, até posso enfraquecer, hoje, mas amanhã o sol virá e encarregar-se-á de me dar a força que precisar e enquanto o sol nascer e eu viver, a minha esperança irá renascer.
Liliana Ferreira
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